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Finanças comportamentais e tomada de decisão

Finanças comportamentais e tomada de decisão

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Por acaso você conhece o termo “finanças comportamentais”? Esse conceito tem sido amplamente discutido nos últimos anos no âmbito das finanças corporativas

Como você já deve ter imaginado, as finanças baseadas em comportamentos estão intimamente ligadas ao comportamento do empreendedor/investidor. Ou seja, como ele toma decisões a respeito dos investimentos e da gestão dos recursos financeiros. 

E, de fato, tais decisões têm impacto direto no sucesso ou no fracasso de determinadas operações e até da organização toda. 

Por isso, é importante debater esse assunto, conhecendo em mais detalhes o que são as finanças comportamentais e como isso afeta as tomadas de decisão. Continue a leitura deste artigo da ZR Consultoria Financeira! 

O que são finanças comportamentais?

De forma bem simplificada, esse tema diz respeito ao processo de tomada de decisão dos empresários/investidores na gestão financeira do negócio. 

Mais precisamente, esse conceito avalia como os gestores e investidores atuam em situações de risco relacionadas ao dinheiro – com base em seu comportamento.

De fato, algumas pessoas são mais ousadas, enquanto outros gestores são bastante tradicionais no modo de conduzir os negócios. 

Uns arriscam em investimentos de alto risco. Já outros preferem fazer escolhas convencionais, mesmo que deem resultados apenas no longo prazo. 

O que as finanças com base em comportamento levam em conta?

Para chegar a uma conclusão, esse conceito avalia as influências emocionais, sociais e cognitivas nas tomadas de decisão econômicas das pessoas.

Assim, depois de coletar dados e fazer análises, é possível compreender porque grande parte das pessoas (empreendedores ou não) têm uma relação complicada com o dinheiro. 

Por exemplo, todos entendem que não devem gastar mais do que ganham, mas nem todos conseguem colocar essa ideia em prática. O resultado, então, são dívidas se alastrando, seja no âmbito doméstico ou empresarial. 

Para responder a esse comportamento – no mínimo intrigante – as finanças comportamentais mostram como a emoção e a razão podem desequilibrar a balança na saúde econômica das organizações. 

Decisões impulsionadas pela emoção

As decisões mais clássicas motivadas pela emoção são aquelas que fazem os empreendedores investirem em um novo negócio sem fazer qualquer tipo de planejamento. 

Sem entender o mercado de atuação, as oportunidades, os riscos, a concorrência e o comportamento do consumidor, os empresários se aventuram, ignorando os riscos que isso pode provocar em um curto período. 

Muitas vezes, esse comportamento é alavancado pelo excesso de confiança de quem já empreendeu antes e obteve bons resultados. Mas é bom lembrar que cada negócio é um negócio e cada nicho é um nicho. 

Portanto, os bons resultados em uma empresa não significam que você terá bons resultados em outro tipo de negócio. 

Decisões impulsionadas pela razão 

Quando apenas a razão pesa na balança, você pode deixar excelentes oportunidades na mesa! Afinal, um empreendedor com perfil conservador tende a apresentar grande aversão aos riscos.

No entanto, em alguns casos, correr riscos é essencial para sair do lugar e promover algum tipo de crescimento para a organização. 

Além disso, a busca excessiva pela segurança a qualquer custo fazem muitos empresários perderem possibilidades de ganhos maiores do que já têm. 

O que fazer para ter equilíbrio nas decisões? 

O primeiro passo para isso é saber que poupar é uma atitude que apenas traz benefícios, seja no âmbito empresarial ou doméstico. 

Quem poupa sempre tem! Logo, nos momentos de crise, sua empresa poderá contornar a falta de dinheiro no caixa com mais tranquilidade. 

Do mesmo modo, evite o efeito “manada”, do tipo: “Meu concorrente está fazendo. Então também vou fazer”. 

Cada organização possui sua própria realidade financeira, e cabe a cada uma ter seu planejamento e sua análise interna para compreender até onde investir é prioridade ou não. 

E, certamente, é muito sábio que os empreendedores tenham a orientação de profissionais de consultoria de finanças. 

Afinal, uma consultoria como a ZR Consultoria Econômica e Financeira tem a expertise, o conhecimento técnico e visão estratégica para ajudar sua empresa a evitar cair em armadilhas provocadas pelo excesso de razão ou de emoção nas finanças empresariais! 

Deseja uma consultoria especializada? Fale com a ZR! 

José Rubens Alvarez
José Rubens Alvarez

José Rubens Alvarez é um economista especializado em controladoria e Curso de Gestão Financeira. Atualmente é o sócio/administrador da ZR Consultoria.

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